segunda-feira, 25 de agosto de 2014


Romanos, Gladiador, Lança, Hoplita
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AS ARMAS DA NOSSA BATALHA


TEXTO BASE: EFÉSIOS 6. 10 – 18
10 Quanto ao mais, sede fortalecidos no Senhor e na força do seu poder. 11 Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo; 12 porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes. 13 Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis. 14 Estai, pois, firmes, cingindo-vos com a verdade e vestindo-vos da couraça da justiça. 15 Calçai os pés com a preparação do evangelho da paz; 16 embraçando sempre o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do Maligno. 17 Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus; 18 com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos

Introdução: Vivemos em um mundo em guerra. A paz versus a violência, a justiça versus a injustiça, a verdade versus a mentira, a saúde versus a doença etc. A igreja está neste mundo, embora, não seja dele. Como deve ser a ação da igreja neste mundo desordenado e infeliz? A igreja, também, está em guerra, entretanto é uma guerra diferente, que não é física, nem visível. É uma batalha espiritual e invisível. Mas como lutar nesta guerra, que armas usar? Este é o tema do nosso estudo: Quais as armas de nossa batalha?


1-   PRIMEIRA ARMA: A VERDADE
- No mundo só existem duas versões acerca dos fatos: verdade ou mentira. O que acontece aqui não deve ser relativo para a igreja...
- A verdade procede de Deus. Quando falamos a verdade estamos agindo dentro dos limites do Reino de Deus – mentira alguma vem da verdade – 1 Jo. 2. 21
- A verdade é inegável. Ela não pode ser vencida – 2 Co. 13.8.

2-   SEGUNDA ARMA: A JUSTIÇA
- A justiça é uma arma para estabelecer a igualdade e a retidão. A base dos relacionamentos sociais deve ser a justiça –Sl 106. 3;
- A injustiça é uma arma de Satanás para envenenar as relações humanas – Cl. 3. 25;
- A injustiça praticada cria um ciclo vicioso de desigualdade e conflitos – as cotas nas universidades visam reparar uma injustiça histórica com os negros e os pobres – a forma como é feita talvez não seja a melhor, mas a motivação está correta.

3-   TERCEIRA ARMA: O TESTEMUNHO
- O cristão não pode ter vergonha dos valores do evangelho – Rm. 1. 16;
- Onde o crente chegar o evangelho precisa chegar junto com ele – Is.52. 7;
- As boas notícias são uma arma poderosa contra as más notícias deste mundo – que formoso é quem dá boa notícia – que desagradável é quem traz somente más notícias;

4-   QUARTA ARMA - A FÉ
- A fé é aquilo que gera convicção e segurança. Sem ela estamos sem proteção em face dos ataques do inimigo (através dos questionamentos, críticas, dúvidas) – Hb. 11. 1;
- A fé precisa ser guardada em nosso coração para que na hora do confronto estejamos prontos para agir – a fé não é uma coisa de última hora, é algo que se constrói antes das adversidades – Mt. 7. 24 – 26;
- A fé é a base para nossa reação quando somos atacados pelos inimigos.
5-   QUINTA ARMA: A SALVAÇÃO
- A certeza de salvação é que te dá identidade de Filho de Deus. O Filho de Deus não pode ser tocado sem a permissão do Pai – I Jo. 5. 18
- A condição de salvos nos garante que fomos selados e guardados pelo Espírito de Deus – Ef. 1. 13;
- Quando sabemos de quem somos, estamos prontos para o combate.

6-   SEXTA ARMA: A PALAVRA
- A maior arma que dispomos é a da palavra. A palavra de Deus é que nos garante a vitória – Hb. 4. 12;
- Nossa autoridade está limitada pelo uso correto da palavra – 2 Tm. 2. 15 – Mt. 4. 5 – 7;
- Através da palavra afirmamos o Senhorio absoluto de Cristo no universo – Fp. 2. 9 – 11;

7-   SÉTIMA ARMA: A ORAÇÃO
- A oração é a arma mais estratégica que existe. É desconhecida pelo mundo, mas o inimigo não pode resistir a ela;
- Quando oramos entramos num mundo que o inimigo não pode entrar – Mt. 6. 6;
- A oração e a vigilância nos colocam em estado de alerta para discernimos a vontade de Deus para nossa vida e é isto que nos dá a vitória completa – Efésios 6. 18 – A vitória se efetiva quando, além de vencermos o inimigo, cumprimos a vontade de Deus em nossa vida (Salmo 37.4, 5).

quarta-feira, 20 de agosto de 2014


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 O TEMPO QUE SE CHAMA HOJE

MENSAGEM EM TIAGO 4. 14
Digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã. Porque, que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco, e depois se desvanece.

Introdução: A pós – modernidade é um tempo de inquietações com o futuro. O medo das doenças, da escassez de alimentos, os problemas ambientais como a diminuição dos depósitos de água, a poluição, as super-populações urbanas. A preocupação com o futuro da humanidade e do planeta se tornou a grande questão filosófica de nossos dias. Ocorre que o futuro é sempre desconhecido, e isto se tornou uma tarefa angustiante para nossa geração, que tem diante de si o desafio de encontrar sentido num presente que aponta para um futuro sombrio. Diante disto resta à igreja oferecer a este mundo pós – moderno, pós meta-físico, pós - científico, pós-secular, uma resposta adequada sobre o futuro. O que a igreja cristã tem a dizer sobre o assunto:

A igreja afirma que não é preciso se preocupar com o futuro.

1-   Porque o amanhã não pode ser determinado – Tg. 4. 14
·        Ninguém sabe, de fato, o que acontecerá amanhã – porque o amanhã não existe – Tg. 4. 14;
·        Ninguém pode viver no amanhã, simplesmente, porque ele não é real – só existe hoje, todo dia se chama hoje – Hb. 3. 13;
·        O hoje não é uma zona intermediária entre ontem e amanhã. O hoje é real e suficiente. Ele não pode ser um meio, ele é um fim em si mesmo. Só posso perceber a vida a partir do hoje – Hb. 4. 7;
·        Quem vive de amanhã (futuro) adoece e mata a vida hoje – Mt. 6. 25, 34. O futuro que as pessoas querem mudar não pode ser mudado. Só posso mudar o meu presente...;
·        A tentativa de controlar o amanhã me rouba a alegria de hoje, pois o amanhã é incontrolável, indomável, inacessível, inabitável, imprevisível e intocável;
·        Quem está preocupado com o amanhã (ocupado previamente com o que não chegou), nunca entrará no descanso de Deus – Hb. 4. 10;
·        Deus promete descanso para hoje, mas você não descansa porque pensa que o descanso será amanhã. Amanhã não pode te dar descanso porque o descanso é para hoje.

2-   Porque eu não preciso saber quanto tempo vai durar a minha vida neste mundo.
·        A duração de nossa vida carnal é do tamanho de nossa fragilidade – Sl. 90. 5, 6 – Tg. 4. 14 – é só olhar para nossa estrutura corporal;
·        Não precisamos saber quanto tempo vai durar, mas como viver bem o tempo que nos resta nesta carne – Sl. 90. 12 – sendo assim... (King James);
·        A vida não foi planejada para acabar. A morte é uma intrometida, uma estranha, uma inimiga que Jesus fez questão de destruir, mas ela deixou o seu veneno no nosso corpo – I Co. 15. 54;
·        O nosso corpo aceita a idéia da morte, mas nossa alma clama por vida – 2 Co. 4. 16 – este é o conflito da filosofia existencialista;
·        Não vale a pena se preocupar quanto tempo nos resta neste corpo (com o futuro de nossa vida física), isto só aflige nossa alma que se alimenta de eternidade, porque nossa alma não se interessa por viver setenta, oitenta, cem anos. Ela só se satisfaz com eternidade – Ec. 3. 11;

Conclusão: Não vale a pena nos agastarmos preocupando quantos dias nos restam. Deus já estabeleceu a soma deles. Só Deus conhecia o meu antes e só ele sabe o meu depois (Sl. 139. 16). A única coisa que eu tenho é o dia de hoje e a minha fé em Jesus.

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Dia Dos Pais, Juntos, Silhuetas


Pai, uma questão de opção
Texto: Efésios 1. 4, 5.
assim como nos escolheu nele antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor

5  nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade,

Introdução: A paternidade é a experiência social mais marcante na vida de um ser humano. Tanto para quem exerce, quanto para quem recebe (sofre) a paternidade. Todos nós carregamos marcas de um pai, seja pela presença, seja pela ausência. Percebemos na história e na forma como as famílias se organizam que ser pai não é uma imposição, mas uma opção. E hoje vamos demonstrar que para ser pai é preciso escolher ser um pai. Pai, uma questão de opção.

1-    Eu escolho ser pai porque minha presença não é obrigatória
·         Uma mãe não pode se ausentar do filho, uma vez que o filho está dentro dela, no começo da família. O pai pode se ausentar ou fugir da presença do filho – Mt. 1. 18 – 24;
·         Ser mãe uma condição, ser pai é uma opção, pois o pai escolhe o filho à medida que se propõe ficar ao lado dele, assumindo a função de provedor, protetor e educador/influenciador –
·         O pai não gesta o filho, nem pari o filho, nem amamenta o filho, nem tem a companhia constante do filho, mas deve escolher o filho por amor – em amor somos escolhidos pelos nossos pais – nós predestinamos nossos filhos para serem nossos filhos – Efésios 1. 5.
·         A paternidade não se consuma com a geração de um filho, mas com a eleição daquela pessoa como nosso filho; o homem que não assume o filho não é um pai, mas apenas um reprodutor, um gerador –
·         Para ser pai é preciso gerar e adotar o filho como tal. Senão seremos apenas geradores de uma criatura – Jo. 1. 12 - No novo testamento há duas palavras para filho: teknon – posição social ou legal do filho, huios é aquele que foi gerado, ocupa uma posição social e está num relacionamento com o pai. Jesus é o huios de Deus.
·         Deus é pai no sentido de ter gerado ou criado o ser humano, mas para ele ser pai no sentido pleno é preciso que queiramos a sua presença como pai, como provedor, protetor e educador.


2-    Eu escolho ser pai movido por um amor sacrificial – v. 5;
·         O amor do pai é um amor gratuito e sem contrapartida. Ele não sente o movimento do filho no seu ventre. Seu sangue não circula nas veias do filho, não recebe o beijo do filho nos seus seios. Não dorme ao lado do filho nos primeiros dias e nos três primeiros anos é uma figura secundária na vida do filho;
·         Adotar alguém como filho é uma escolha que envolve sacrifícios e renúncias – Jo. 3. 16;
·         Ser pai não é um acidente biológico ou o encontro de um espermatozóide com um óvulo, é uma escolha que envolve perdas e danos. Você vai trabalhar de graça para alguém, vai sustentá-lo, vai gastar seu tempo com ele, vai treiná-lo para a vida. E depois ele te deixará sem indenização, sem justificativa, sem compensação material alguma. Só é possível ser pai se houver um verdadeiro amor por aquela pessoa;
·         Ser pai é reproduzir um comportamento divino, amando mesmo quando não é compreendido, nem aceito – Rm. 5. 8 – o pai não deve esperar retribuição do seu amor e de sua atenção, deve simplesmente continuar escolhendo ser pai.


Conclusão: Ser pai para alguns é um grande fardo e uma grande limitação, para outros é uma coisa acidental e que não gera nenhum tipo de mudança de comportamento. Entretanto, ser pai é uma representação bíblica da maior importância e que resume muito da forma de Deus se relacionar com seu povo. A figura de um pai é o modelo do amor de Deus para com o homem. Descobrimos que a paternidade é uma escolha e não uma imposição.  

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Óleo, Azeite De Oliva, Grego, Italiano
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ESTUDO A RESPEITO DO USO DO ÓLEO NA IGREJA
Textos:
“ expeliam muitos demônios e curavam numerosos enfermos, ungindo-os com óleo.” (Marcos 6:13 RA)
“ Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e estes façam oração sobre ele, ungindo-o com óleo, em nome do Senhor.” (Tiago 5:14 RA)
O uso do óleo na igreja não é um assunto abordado por Paulo nas suas cartas, nem é discutido detalhadamente no Novo Testamento. Trata – se de uma prática mais judaica, entretanto, temos duas passagens do Novo Testamento que validam o uso do óleo na ministração aos enfermos.
Nas duas passagens fica evidente a ideia de que a unção é para doentes e fragilizados, portanto, não há base alguma para o uso do óleo ou azeite em outras finalidades, como na extrema unção no catolicismo ou na “ministração de poder” do Espírito Santo na vida do crente, como tem sido praticada por várias igrejas tidas como evangélicas.
Outra questão importante é que a unção é feita por presbíteros e não por outros cristãos leigos. A ministração da unção é prerrogativa dos líderes da igreja e não deve ser banalizada, a ponto de vermos pessoas levando vidrinhos de óleo ou azeite para casa como se fosse um amuleto para afugentar as enfermidades. Há de se entender que o uso do óleo não é a única forma de ministrar cura na vida de um enfermo. No texto e contexto da passagem de Tiago, dá se a entender que devido á fraqueza espiritual do indivíduo acometido por aquela enfermidade (que no caso da passagem, parece estar associado a pecados cometidos e não confessados), precisa – se de uma forma de motivar a fé do doente. Devemos deixar claro que nem toda doença é fruto de pecados cometidos, como bem sabemos.
Diante disto, precisamos ser simples como as pombas e prudentes como as serpentes para não desprezarmos aquilo que a Escritura nos orienta a fazer, mas devemos fazê-lo da forma certa. Sabemos que o diabo busca desvirtuar aquilo que é puro e verdadeiro, e encontramos em diversos segmentos religiosos o uso do óleo com finalidades pagãs, como é usado na umbanda e outras religiões africanas, pois “alguns africanos acreditam que o óleo em si possui poder curativo miraculoso. Outros acreditam que a cura depende do óleo empregado” (Rick Warrem, 2010).
Por fim, não basta fazer a coisa certa, é preciso fazê-la da forma certa, pois o uso do óleo é bíblico, mas deve ser ministrado da forma certa, pelas pessoas escolhidas por Deus para esta missão, conforme somos ensinados, porque “Ninguém, pois, toma esta honra para si mesmo, senão quando chamado por Deus, como aconteceu com Arão.” (Hebreus 5:4 RA).


terça-feira, 1 de julho de 2014

O QUE SE ESPERA DE UM CRISTÃO MADURO?
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TEXTO: JO. 13. 4
“... assim, levantou-se da mesa, tirou sua capa e colocou uma toalha em volta da cintura.”
Introdução: Neste texto vemos três atitudes que só podem ser realizadas por alguém que está disposto a caminhar e imitar a Cristo, alguém que deseja ser uma pessoa madura na fé. Se nossas atividades religiosas estivessem pautadas num comportamento maduro, como seria melhor a vida. Mas que ações são estas que demonstram a maturidade de um cristão? O que se espera de um cristão maduro?

a)   Que ele seja capaz de abrir mão de ser servido – levantar – se da mesa
·        Todos querem estar à mesa para serem servidos;
·        Estar na mesa fala de uma atitude de receber, de ser servido. Quando você está na mesa você é considerado digno e honrado pelo mundo – quem está te servindo é considerado inferior naquele contexto – LUCAS 22. 27
·        Levantar – se da mesa é renúncia voluntária de direitos – é um auto-esvaziamento – Fp. 2. 7 – só o crente maduro aceita se auto-esvaziar; o crente carnal procura esvaziar e diminuir o outro...
·        Levantar – se da mesa é ceder espaço para o outro. É honrar o outro em vez de buscar sua própria honra – considere os outros superiores a si mesmo...Fp. 2. 3.

b)   Que ele saia da zona de conforto – tirar a capa
·        Para o exercício da vida cristã madura é preciso sair da zona de conforto (expor – se às intempéries).
·        È necessário se desprender do que prejudica seus movimentos – Bartimeu se desprendeu da capa que lhe dificultava a aproximação de Cristo – Marcos 10. 49, 50
·        A vontade de ter conforto (o acomodamento gera conforto) nos empurra para uma vida mesquinha e insensível - Ap. 3. 17 – a sociedade pós – moderna tem como meta o conforto, a segurança pessoal e a diversão...
·        É preciso abandonar o conforto ou o comodismo para ver o que está acontecendo lá fora (A parábola do Rico e de Lázaro – Lucas 16. 19 - 21).

c)   Que ele aceite servir aos menores – colocar uma toalha
·        O serviço deve ser espontâneo e sem expectativa de retribuição – de graça recebestes, de graça daí... Mateus 10. 8
·        Servir aos que encontram em posição inferior a sua, naquele momento – Cristo era o mestre, eles, alunos trabalhosos...
·        Servir aos menores, que são aqueles que não têm acesso ao que você tem (a igreja está farta e pisa o pão que o mundo deseja comer)- a alma farta pisa os favos de mel, mas a faminta todo amargo é doce... Observação: Algumas igrejas estão servindo uma comida velha e estragada e estão cheias de pessoas carentes de perdão, de graça, de oportunidade, de esperança. Estas pessoas estão dispostas a comer qualquer migalha. A igreja precisa estar preparada para servir uma comida de qualidade para estas pessoas, mas para isto é preciso que ela amadureça...

·        É preciso servir o alimento a todos, e, não somente aos que estão na casa de Deus – Os fariseus e saduceus se ofenderam com o fato de Jesus ensinar aos pobres, cobradores de impostos, prostitutas e beberrões. Não devemos cair no mesmo erro. 

domingo, 8 de junho de 2014

DIA DO PASTOR

HOMENAGEM AOS PASTORES NO SEU DIA – 2º DOMINGO DE JUNHO.

TEXTO BÁSICO: SALMO 23. 1
O SENHOR é o meu pastor; nada me faltará.”
TEMA: Por que Deus quer ser chamado de pastor?
Introdução: O texto mais famoso da literatura judaica e do velho testamento é: O Senhor é o meu Pastor, nada me faltará. Poucas pessoas nunca ouviram esta mensagem. Muitos a usam como filosofia de vida, como amuleto, como adereço de seus carros, como frase de para-choque de caminhões. O certo é que esta mensagem talvez seja a mais conhecida das Sagradas Escrituras. Sendo assim, a passagem merece uma atenção e uma reflexão especial e estaremos usando – a para fazer uma analogia com o ministério pastoral. Esta mensagem é também uma justa homenagem a todos os pastores que foram chamados por Deus. Vamos a mensagem!
1- Por que o pastor é uma figura relacional
  • O pastor não é uma figura separada do rebanho. Ele é profundamente envolvido com a vivência das ovelhas – Is. 40. 10, 11;
  • O pastor realiza seu trabalho junto com as ovelhas. Ele não as leva ao pasto e as deixa lá. Ele participa da vida das ovelhas – Lc. 2.8;
  • O pastor entende o estilo de vida das ovelhas e consegue gostar daquela vida – O vaqueiro não participa da vida do gado, mas o pastor acompanha as ovelhas–Jo.10.14
  • A ovelha sente – se na liberdade de chamar meu pastor. Normalmente as pessoas não sentem liberdade de dizer: meu padre, meu papa, meu apóstolo, meu bispo. O padre é de todos os católicos, o papa é de todos os fiéis, o apóstolo é de todos. Jesus antes de ser o Pastor de Todos é o meu pastor.
2- Porque o pastor é um tipo conhecido de todos os povos
  • Em todos os povos, de todas as épocas, a figura do pastor é conhecida. Ele é aquele que se dedica a cuidar de ovelhas. Jesus disse: Eu sou o bom pastor. Ele não disse: eu sou o bom vaqueiro, eu sou o bom lavrador, eu sou o bom médico, eu sou o bom fazendeiro. João 10. 11, 14;
  • O pastor é uma figura simples e sem sofisticação, porém sem substitutos – Jo. 10. 12;
  • Deus gosta de ser chamado de bom pastor porque ele quer se revelar de maneira simples a todos os homens – Is. 53. 2 – se alguém quer ser famoso e importante, não
deveria pensar em ser pastor;
  • Deus não é somente pastor, mas o bom pastor. Aquele que vive para fazer bem as suas ovelhas – o bom pastor dá a vida pelas suas ovelhas. O médico não dá a sua vida pelos seus pacientes, o advogado não dá a sua vida pela parte que ele representa, o comerciante não dá a sua vida pelo seu cliente; mas o bom pastor dá a vida pela sua ovelha – Jo. 10. 11.
3- Porque o pastor representa a figura de um Deus provedor – Salmo 23. b

  • O pastor é aquele que busca o alimento certo – Sl. 23. 2;
  • Para o pastor não basta dar alimento ao rebanho, ele se preocupa com a segurança do seu rebanho – Sl. 23. 4 – o pastor está com a ovelha nas descidas íngremes, nas encostas, nos desfiladeiros, na beira dos penhascos – o Senhor está comigo;;
  • Deus escolhe o título de pastor porque o pastor não é um lobo que devora ovelhas, mas alguém que protege as ovelhas do lobo – Jr. 31. 10;
  • O pastor é aquele que conhece a necessidade da ovelha e lhe dá a provisão certa – Fp. 4. 19.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

 Carreira, Homem, Escada Da Carreira
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QUAL O PERFIL DE UM SERVO DE DEUS?
TEXTO: DANIEL 3. 12; 3. 28, 29
Há uns homens judeus, que tu constituíste sobre os negócios da província da Babilônia: Sadraque, Mesaque e Abede-Nego; estes homens, ó rei, não fizeram caso de ti, a teus deuses não servem, nem adoram a imagem de ouro que levantaste.

28 Falou Nabucodonosor e disse: Bendito seja o Deus de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, que enviou o seu anjo e livrou os seus servos, que confiaram nele, pois não quiseram cumprir a palavra do rei, preferindo entregar o seu corpo, a servirem e adorarem a qualquer outro deus, senão ao seu Deus. 29 Portanto, faço um decreto pelo qual todo povo, nação e língua que disser blasfêmia contra o Deus de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego seja despedaçado, e as suas casas sejam feitas em monturo; porque não há outro deus que possa livrar como este.

INTRODUÇÃO: Toda profissão ou todo cargo exige algumas capacidades para que alguém ocupe aquela posição. A condição de servo de Deus, também, demanda de nós alguns atributos, pois estamos ingressando numa organização que é a mais importante do universo, que é a igreja de Jesus Cristo. Esta posição é desejada até pelos próprios anjos, mas foi entregue aos servos de Deus. Vamos analisar hoje qual o perfil do servo de Deus, ou seja, quais são as características que precisamos desenvolver a fim de executarmos o nosso trabalho no reino de Deus.

1-    PRIMEIRA EXIGÊNCIA - CORAGEM – DN. 3. 12
·         A coragem não é uma loucura, mas uma demonstração de bom senso superior ás outras pessoas. Ser corajoso é responder positivamente ao chamado de Deus, mesmo quando a multidão responde negativamente – Dn. 3. 7;
·         Os três jovens tiveram coragem para enfrentar a multidão porque tinham um relacionamento contínuo com Deus – Dn. 1. 8, 11 – 13;
·         Para assumir a sua fé é preciso de coragem. Não basta confessá-la com os lábios é preciso viver corajosamente esta fé;
·         A coragem para enfrentar os desafios é uma demonstração de fé. A timidez, ao contrário, é demonstração de incredulidade – Mc. 4. 40;
2-    SEGUNDA EXIGÊNCIA - OUSADIA
·         A ousadia é a intrepidez, o despojamento, a iniciativa de fazer algo que outros não fariam – Dn. 3. 16 – 18;
·         A ousadia dos três rapazes foi grande diante do maior imperador da história. Eles eram diferenciados na sua geração;
·         Deus espera que nossa geração seja ousada diante dos desafios da pós – modernidade. A sociedade pós - moderna é uma sociedade cujos valores estão diluídos. Não há absolutos para a sociedade plural de nossos dias – Fp. 2. 15;
·         O servo de Deus precisa ser ousado se quiser dar um testemunho que glorifique Deus. Senão ele será, apenas, mais um adorador dos ídolos modernos – I Tm. 4. 12.

3-    TERCEIRA EXIGÊNCIA - FIDELIDADE – DN. 3. 28
·         A fidelidade é o comprometimento com alguma coisa, ou com alguém. Os três rapazes estavam comprometidos com o primeiro mandamento, que era amar a Deus acima de qualquer coisa – Ananias, Azarias e Mizael;
·         Eles não estavam dispostos a ter alguém ocupando o lugar de Deus – a adoração da estátua era um culto ao rei Nabucodonosor;
·         Para ser fiel não basta ser diferente é preciso fazer o que é correto aos olhos de Deus – o mandamento diz: não te encurvarás, ou seja, não se sujeitar a ninguém que quer agir sobre você como se fosse um deus;
·         A fidelidade é a demonstração de comprometimento, mesmo diante do prejuízo ou do dano – Dn. 3. 14 – 18.