quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

MENSAGEM DE DOMINGO DIA 23 DE JANEIRO DE 2011.

Texto: I Rs. 17. 8 - 12

8 ¶ Então, lhe veio a palavra do SENHOR, dizendo:
9  Dispõe-te, e vai a Sarepta, que pertence a Sidom, e demora-te ali, onde ordenei a uma mulher viúva que te dê comida.
10  Então, ele se levantou e se foi a Sarepta; chegando à porta da cidade, estava ali uma mulher viúva apanhando lenha; ele a chamou e lhe disse: Traze-me, peço-te, uma vasilha de água para eu beber.
11  Indo ela a buscá-la, ele a chamou e lhe disse: Traze-me também um bocado de pão na tua mão.
12  Porém ela respondeu: Tão certo como vive o SENHOR, teu Deus, nada tenho cozido; há somente um punhado de farinha numa panela e um pouco de azeite numa botija; e, vês aqui, apanhei dois cavacos e vou preparar esse resto de comida para mim e para o meu filho; comê-lo-emos e morreremos.

QUANDO A OBEDIÊNCIA TORNA AS COISAS MAIS DIFÍCEIS?

INTRODUÇÃO: A obediência só é conhecida quando ela nos custa alguma coisa. Jesus foi treinado na obediência. Ele sofreu por ser obediente e alcançou o maior dos triunfos que é o de ser o salvador de todos os homens que nele crer. A obediência, entretanto, pode tornar, momentaneamente, as coisas mais difíceis. O que pensar quando a obediência tornar as coisas mais difíceis?

1- É sinal de que vamos aprender alguma coisa nova.
         Nem sempre sabemos tudo que precisamos saber. Elias era profeta íntimo de Deus, mas não sabia tudo que precisava para viver;
         Quando se caminha com Deus estaremos sempre aprendendo coisas novas – um corvo pode sustentar um homem, uma viúva pobre e estrangeira pode cuidar de um profeta “puro sangue”...;
         Elias conhecia a Lei, mas o espírito da lei só era possível mediante revelação. O corvo não podia ser comido, mas isto não impedia de Deus usá-lo (Lv. 11. 13 – 15);
         Quando obedecemos a palavra de Deus, conhecemos os segredos de Deus (Sl. 25. 14).
2- É sinal de que Deus vai fazer um milagre – Irs. 17. 13 – 16
         A crise do profeta era um sinal de que um grande milagre ia acontecer. Perseguido por sua nação, viajante sem destino, estrangeiro numa terra pagã, e morando na casa de uma mulher viúva e pobre. O profeta estava vivendo uma grande crise, este é um terreno fértil para o milagre...;
         Hospedar um profeta nestas condições é se preparar para um grande milagre – V. 15, 16;
         Quando nossa obediência a Deus nos coloca em situações delicadas é sinal de que alguma coisa grande vai acontecer – I Rs. 17. 17 – 22;
         O poder de Deus se manifesta em situações impensáveis e econômicas (Mt. 16. 1 – 4 e At. 4. 23. 31).
3- É sinal de que a provação está chegando ao fim – I Rs. 18. 1
         Após um tempo de provações chegou o tempo da chuva de bênçãos – I Rs. 18. 1.
         Quando a situação se torna insuportável é sinal de que a luta está chegando ao fim – I Rs. 18. 2;
         A obediência de Elias foi premiada com uma revelação extraordinária para a nação. Vai chover de novo...
         A obediência mesmo diante do sofrimento nos prepara para sermos a boca de Deus na terra – Jr. 15. 19.
Conclusão: A obediência é uma experiência, absolutamente, vivencial. Não se adquire obediência assentado nos bancos da academia. Entretanto, se a obediência pode tornar a vida, momentaneamente, mais difícil; certamente estas aflições trarão consigo progresso espiritual e bênçãos extraordinárias. Portanto, vá em frente, permaneça firme e obedeça sempre!


quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Reflexão do Dia


EXISTEM COISAS QUE SÓ UM LEPROSO (…. OU VOCÊ...)  PODE FAZER.

 “ Quatro homens leprosos estavam à entrada da porta, os quais disseram uns aos outros: Para que estaremos nós aqui sentados até morrermos?  Se dissermos: Entremos na cidade, há fome na cidade, e morreremos lá;  se ficarmos sentados aqui, também morreremos. Vamos, pois, agora, e demos conosco no arraial dos siros; se nos deixarem viver, viveremos;  se nos matarem, tão somente morreremos.” (2 Reis 7:3-4 ARA).

A maneira de ver a vida e as oportunidades determinam sua atitude. Nenhum homem que não saiba que seus limites estão totalmente encurtados, ousará arriscar tudo numa investida. Os leprosos da história não tinham nada a perder, uma vez que eles já estavam num processo de morte. Morrer era só uma questão de dias.

Diante de tão sombrio quadro, arriscar tudo parecia tão razoável quanto continuar vivendo. Eles ousaram, então, entrar no território do inimigo para permanecer vivos por mais algum tempo. Viver, para eles, ainda era uma boa coisa. Pensando assim, eles confabularam entre si, sobre os ganhos e as perdas que poderiam ter se abraçassem este desafio.

A conclusão foi evidente: não temos nada a perder, vamos lutar pela preservação da vida.

A história dos quatro leprosos nos ensina que precisamos batalhar por uma vida melhor. Mesmo diante de fracassos e algumas derrotas pessoais, ainda há muito que podemos conquistar. Não devemos permitir que nossas limitações ( ...lembre – se que eles eram leprosos...), sufoquem nossa fé em Deus.

Muitas vezes, só nos resta invadir o campo do inimigo. Não há outro remédio, teremos que enfrentá-lo se quisermos sobreviver. Sabemos, entretanto, de antemão, que o Senhor é quem dispersará os nossos inimigos e que é Ele quem pelejará por nós.

Diante disto. Avante, entremos no arraial dos Sírios!

sábado, 15 de janeiro de 2011

RECEITA PARA UMA VIDA SAUDÁVEL E FELIZ?
Texto Básico: Gn. 1. 31 – 2. 3
31 ¶ Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom. Houve tarde e manhã, o sexto dia.
1 ¶ Assim, pois, foram acabados os céus e a terra e todo o seu exército.
2 E, havendo Deus terminado no dia sétimo a sua obra, que fizera, descansou nesse dia de toda a sua obra que tinha feito.
3 E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como Criador, fizera.



Introdução: Viver bem é uma arte. A maioria de nós não sabe usufruir a vida. Viver bem é o projeto de Deus para nós (Jo. 10.10). A Bíblia nos dá a receita para viver bem. Hoje vamos aprender como viver uma vida saudável e feliz.






1- TERMINE O QUE VOCÊ COMEÇOU – Gn. 2. 1
  • Tudo que começamos e não terminamos traz sentimentos de frustração e de incapacidade – Deus terminou o que começou – Gn 2. 1
  • Não devemos começar outra coisa antes de terminar a primeira – Deus não começou nada novo enquanto não concluiu cada ato da criação – primeiro dia, segundo dia etc...
  • Não deixe para trás aquilo que foi bom só porque houve adversidades – Gn. 2. 7;
  • Não pare enquanto não concluir a obra – e havendo Deus terminado... aí descansou...
2- APRECIE A OBRA QUE VOCÊ FEZ – Gn. 1. 31
  • Saiba valorizar seus feitos, independentemente da opinião dos outros – Viu Deus .
  • Saiba dar a dimensão devida às coisas que Deus te deu para fazer – o parâmetro é a sua própria capacidade de fazer...
  • Não seja severo demais consigo mesmo. Não tenha vergonha de reconhecer seus próprios esforços – Jo. 19. 30;
  • Alegre-se com a obra de suas mãos. Seja feliz com aquilo que é capaz de fazer – Ec. 3. 22; 9. 7
3- SEPARE UM TEMPO PARA DESCANSAR – Gn. 2. 2, 3
  • Descansar é tão importante quanto trabalhar. Um não existe sem o outro –Gn.2. 2;
  • O descansar no original é shabatt – parar, descansar, cessar – uma tradução literal seria Deus terminou no dia chamado descanso e descansou da sua obra – Sábado significa descanso...;
  • O descanso é um desfrute do corpo, da alma e do espírito – Quem não confia em Deus não reserva um tempo para o descanso – descansar é um exercício de fé – Hb. 4. 9 – 11;
  • Um corpo que não descansa adoece, uma alma que não descansa vive gemendo, um espírito que não descansa se afasta de Deus – O descanso é o tempo que você separa para você e Deus...
Conclusão: Deus já fez tudo para promover o nosso bem estar (2 Pd. 1. 3). Assim como foi com Adão, Deus deixou um jardim para cuidar. Cabe a nós acreditar no que Deus nos falou ou dar ouvidos à nossa carne e ao diabo. A escolha é somente nossa...

domingo, 2 de janeiro de 2011

MENSAGEM DE VIRADA DO ANO 2010 PARA 2011.
Ap. 1
3 ¶ Bem-aventurados aqueles que lêem e aqueles que ouvem as palavras da profecia e guardam as coisas nela escritas, pois o tempo está próximo.
Lc. 4
16 Indo para Nazaré, onde fora criado, entrou, num sábado, na sinagoga, segundo o seu costume, e levantou-se para ler.
Is. 29
11 Toda visão já se vos tornou como as palavras de um livro selado, que se dá ao que sabe ler, dizendo: Lê isto, peço-te; e ele responde: Não posso, porque está selado;
12 e dá-se o livro ao que não sabe ler, dizendo: Lê isto, peço-te; e ele responde: Não sei ler.
13 O Senhor disse: Visto que este povo se aproxima de mim e com a sua boca e com os seus lábios me honra, mas o seu coração está longe de mim, e o seu temor para comigo consiste só em mandamentos de homens, que maquinalmente aprendeu,

QUEM SOBREVIVERÁ AOS DIAS MAUS?
Introdução: A história da humanidade caminha para um momento crítico. Todas as tentativas de restauração da dignidade humana fracassaram. Filósofos, governantes, cientistas, religiosos tentaram todas as formas sem alcançar sucesso. É o colapso das relações humanas e da vida planetária. Não temos tanto tempo, precisamos de estar pronto para o momento final. A igreja cristã precisa estar pronta para este momento, pois somente um grupo de pessoas sobreviverá às calamidades que se abaterão sobre a terra. E a grande pergunta que fazemos é quem sobreviverá a estes dias maus?.
1- AQUELE QUE LÊ A PALAVRA – Ap. 1. 3 – Ne. 9. 3
·         Quem não ler as escrituras nestes dias tão confusos é um forte candidato a perder a sua alma – Ap. 1. 3 – o fim está próximo;
·         Somente a leitura atenta das escrituras garante segurança para o cristão. As experiências religiosas são passageiras, mas a palavra é permanente e eterna – Is. 40. 8;
·         O hábito mais saudável e seguro para o cristão é ler a palavra de Deus – Lc. 4. 16;
·         Quem não lê a Bíblia não tem noção da realidade dos fatos terrestres, nem do mundo espiritual – analfabetos técnicos e funcionais – 68% da população brasileira é analfabeta funcional – não interpreta, não entende de fato o que está lendo (Is. 29. 11 – 13;
OSÉIAS 4
6 ¶ O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento. Porque tu, sacerdote, rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos.
MARCOS 12
24 - Respondeu-lhes Jesus: Não provém o vosso erro de não conhecerdes as Escrituras, nem o poder de Deus?
ATOS 13
27 Pois os que habitavam em Jerusalém e as suas autoridades, não conhecendo Jesus nem os ensinos dos profetas que se lêem todos os sábados, quando o condenaram, cumpriram as profecias;

2- AQUELE QUE CONHECE A PALAVRA – At. 13. 27
·         O cristão que não conhece a Palavra de Deus poderá se tornar um inimigo do evangelho de Cristo – At. 13. 27 – eles liam mas não obtiveram o conhecimento;
·         O grande erro de um cristão não é pecar mas não conhecer as Escrituras. O pecado é a consequência da falta de conhecimento – Mc. 12. 24;
·         Conhecer é um passo além do ler e do interpretar. Não há conhecimento sem rendição a Deus – Os. 4. 6;
·         O conhecimento bíblico é a única fórmula para a liberdade e a felicidade de um ser humano – Jo. 8. 32
Ap. 1
3 ¶ Bem-aventurados aqueles que lêem e aqueles que ouvem as palavras da profecia e guardam as coisas nela escritas, pois o tempo está próximo.
Ap. 3
8 Conheço as tuas obras—eis que tenho posto diante de ti uma porta aberta, a qual ninguém pode fechar—que tens pouca força, entretanto, guardaste a minha palavra e não negaste o meu nome.
9 Eis farei que alguns dos que são da sinagoga de Satanás, desses que a si mesmos se declaram judeus e não são, mas mentem, eis que os farei vir e prostrar-se aos teus pés e conhecer que eu te amei.
10 Porque guardaste a palavra da minha perseverança, também eu te guardarei da hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro, para experimentar os que habitam sobre a terra.

3- AQUELE QUE PRATICA A PALAVRA – Ap. 3. 10 – Ap.1. 3 (os que guardam)
·         A prova verdadeira de que o cristão está andando com Deus é se ele guarda a palavra – Ap. 3. 10 – A força de uma igreja não são as suas realizações, mas a capacidade de guardar a palavra;
·         Muitos lêem, alguns até entendem o que está escrito na Bíblia, mas alguns poucos guardam o que está escrito – Ap. 1. 3;
·         Guardar a palavra não é apenas um exercício de memória, é um exercício da vivência. A palavra é para ser praticada, não apenas conhecida – O verbo tereo (guardar) falar de cuidado atento de alguma coisa que já se possue no presente;
·         Guardar a palavra no sentido do texto é praticar a palavra no estado natural dela, sem modificar – lhe o sentido e sendo perseverante na prática – ... palavra da minha perseverança.
Conclusão: A sobrevivência na nossa fé depende do quanto estivermos dispostos a ler, conhecer e praticar a palavra de Deus. Fora disto não há esperança!!!

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

TREINAMENTO DE OBREIROS - JANEIRO 2011

AS BASES PARA A MINISTRAÇÃO I


TEXTO BÁSICO: ISAÍAS 51. 16


Ponho as minhas palavras na tua boca e te protejo com a sombra da minha mão, para que eu estenda novos céus, funde nova terra e diga a Sião: Tu és o meu povo.


Introdução: Toda ministração precisa de ser introduzida. Não devemos começar uma ministração sem uma correta introdução. Uma boa introdução aponta para uma boa ministração. Uma introdução confusa gerará dúvidas e desinteresse.



1- PONTO DE PARTIDA: O TEXTO


A- PONHO AS MINHAS PALAVRAS NA TUA BOCA

  • A ministração precisa começar e terminar no texto bíblico. Ele é a fonte de autoridade do ministrante;

  • É essencial permanecer nos limites do texto. Interpretações e ilustrações equivocadas estragam a mensagem - Jr. 23. 27, 28;

  • O texto traz consigo a essência da mensagem. Nosso papel é interpretá-lo, clareá-lo e aplicá-lo a nossa vida e a dos ouvintes;

  • A autoridade está na palavra não nas suas experiências. A ênfase é na palavra de Deus. Não invente histórias – 2 Tm. 4. 1 – 4;

Conselho prático: gaste tempo lendo, relendo, meditando no texto bíblico que vai pregar.



2 - DESENVOLVIMENTO - A FÉ/CONVICÇÃO


B- E TE PROTEJO COM A SOMBRA DA MINHA MÃO -

  • O sucesso da sua ministração depende da sua convicção. Quando falo de sucesso não falo de resultados, mas de dever cumprido;

  • O ministrante precisa estar seguro do que Deus quer falar. Não deve omitir verdades, nem acrescentar (Jr. 23. 16);

  • É preciso convicção de que está numa missão dada por Deus. A mão do Senhor precisa estar sobre a vida do ministrante senão ele está entrando em um terreno perigoso – Jr. 23. 30 – 32;

  • A segurança e a confiança do ministrante é estar à sombra da mão do Senhor – Sl 91. 1 – Deus responderá pela pregação da sua palavra...

Conselho prático: Pergunte a si mesmo se você acredita no que irá pregar



3- CONCLUSÃO – A PREGAÇÃO


C- PARA QUE EU ESTENDA NOVOS CÉUS...

  • Não tente ser mais do que o porta-voz de Deus. Você é apenas o anunciador, não o realizador...;

  • Os resultados da pregação ficam por conta de Deus – Is. 6. 9, 10; Ez. 33. 30 – 33;

  • A pregação precisa ser a expressa exposição da palavra de Deus – Pregação de Pedro: At. 2. 14 – 36 (Texto de Joel, Evangelho, Salmo 16, Salmo 110) – Pregação de Estevão: At. 7. 1 – 53 (Textos de Gn, Ex, Samuel, Reis e o evangelho);

  • A pregação precisa estar limitada ao texto bíblico. Sua fala não deve ser justificada na sua própria experiência, mas na doutrina ensinada pela Bíblia – Tt. 2. 1 – Portanto, pense antes de falar.

Conselho prático: Após a ministração leia o seu esboço novamente ou ouça a sua pregação e veja as suas deficiências.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Devo Comemorar o Natal?

O NASCIMENTO DE JESUS CRISTO E O SENTIDO DO NATAL-


Textos: Lucas 2. 1 - 7

1 ¶ Naqueles dias, foi publicado um decreto de César Augusto, convocando toda a população do império para recensear-se.

2 Este, o primeiro recenseamento, foi feito quando Quirino era governador da Síria.

3 Todos iam alistar-se, cada um à sua própria cidade.

4 José também subiu da Galiléia, da cidade de Nazaré, para a Judéia, à cidade de Davi, chamada Belém, por ser ele da casa e família de Davi,

5 a fim de alistar-se com Maria, sua esposa, que estava grávida.

6 Estando eles ali, aconteceu completarem-se-lhe os dias,

7 e ela deu à luz o seu filho primogênito, enfaixou-o e o deitou numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na hospedaria.



Introdução:

A celebração do natal no dia 25 de dezembro é geral no mundo ocidental. A igreja cristã, sobretudo a católica, estabeleceu esta data desde o início do século IV.

A igreja do oriente, especialmente a ortodoxa (a igreja grega), comemorava no dia 06 de janeiro, assom como os primeiros pais do cristianismo comemoravam no século II.

Há muita discussão com relação a data do nascimento de Jesus, muitos não admitem que ele tenha nascido nesta época, mas que seria sim no mês de abril.

O certo é que não podemos afirmar que Jesus nasceu no dia 25 de dezembro. Outrossim, a igreja católica em site da própria igreja deixa claro que o natal não é comemoração de uma data histórica, mas a comemoração de um fato histórico.

Diante de tudo isto, precisamos então dar a devida dimensão ao fato do nascimento de Jesus Cristo, por que a Bíblia afirma que estas são boas novas de grande alegria.


Vamos descobrir na Bíblia, então, o verdadeiro sentido do natal de Jesus.



1- Jesus nasceu onde os profetas disseram que devia nascer.

  • Jesus nasceu no dia e no local predeterminados por Deus – Mq. 5. 2 – Gl. 4. 5;

  • Jesus nasceu para atender ao calendário de Deus. Não importa a data que os homens fixarem, o mais importante é que ele nasceu, e nasceu no tempo (Pleroma) de Deus;

  • A data do nascimento não importa, pois Cristo, sendo Deus é eterno, não tem começo nem fim de dias; Ele nasceu como homem, mas já existia desde a eternidade como Deus;

  • A comemoração da data não garante louvor a Deus. Não é uma questão de tempo, mas uma questão de amor a Deus. A igreja não é obrigada a comemorar uma data que não foi estabelecida pela Bíblia para atender a uma demanda dos homens.



2- Jesus nasceu onde os homens não esperavam encontrá-lo.

  • Numa cidade humilde e sem valor político – Belém não tinha expressão política nem religiosa – Mq. 5. 2 – Jerusalém que era a capital política e religiosa;

  • Jesus nasceu e desde o seu nascimento não encontrou lugar para pousar. Foi rejeitado e desprezado pelos homens desde o seu nascimento – Lc. 2. 7;

  • Ele nasceu num estábulo, gruta, ou quarto de animais e foi deitado num cocho (manjedoura), por que o seu nascimento veio demonstrar o seu estilo de vida humilde e modesto;

  • O natal de boneco de gelo, de pinheirinhos enfeitados com luzes brilhantes, pernil assado, vinho, refrigerantes (para os crentes) não combina com a comemoração da data daquele que nasceu num estábulo e que passou a primeira noite deitado num cocho de animais;

  • E que dizer da troca de presentes, no dia do nascimento Jesus não recebeu nenhum. Recebeu – os depois na visita dos magos, mas Maria e José não retribuiram...


3- Jesus nasceu para trazer alegria para todos homens.

  • O natal de Jesus não é uma festa excludente. Não é uma festa para os ricos atenuarem sua consciência culpada, dando de esmola presentes para as instituições carentes- Deveriam fazer isto o ano todo, dividindo sua prosperidade com os mais pobres;

  • Jesus veio para todos. Mas o natal como é comemorado, e cujo deus é papai noel que presenteia os ricos com carros de controle remoto, com eletro-informáticos chiques e presenteia os pobres com carrinho plástico de R$ 1,99, não é o natal de Jesus;

  • A salvação que o natal do papai noel propõe é somente para os ricos, enquanto que os anjos disseram que eram boas novas de grande alegria para todo o povo (não só para ricos) – Lc. 2. 10;

  • Jesus nasceu pobre, num lugar pobre e em data incerta para se identificar com os pobres e excluidos, mas o natal como comemoramos deixa de fora os pobres e excluídos, sendo assim penso que melhor seria não comemorá-lo. Penso ainda, que Jesus não estaria disposto a comer peru ou pernil, tomar vinho ou tomar coca -cola na nossa festa de natal, mas preferiria passar a noite ao lado de uma família vizinha de um lixão. Penso que Ele se sentiria mais à vontade ali...



Conclusão: Mas se você quer de fato comemorar o natal, eu tenho a solução. Podemos comemorá-lo de uma maneira apropriada. Eis o que sugiro:

  • No dia que você quiser comemorar o natal. Você vai passar o dia em Jejum em memória ao ambiente em que Maria e José passaram a noite do nascimento. Ali não havia banquete, nem peru, nem comidas gostosas, nem vinho, nem refrigerante, nem doces. Neste dia então você não comerá nada disto...

  • Se você gosta de usar o seu 13º para comprar presentes nas festas de amigo oculto. Faça como os magos fizeram, levando presentes para Jesus. Então você dará uma oferta especial para Jesus, deixando uma oferta significativa para a obra missionária em vez de gastar com presentes;

  • Finalmente em vez de você reunir – se com amigos e familiares na sua casa diante da mesa farta, virá passar a noite em vigília na igreja, assim como os pastores estavam na noite do nascimento de Jesus. Pense nisto. Depois me diga se você quer comemorar o natal de Jesus?


Sendo assim, se nestes dias (24/25/12/2010) você quer reunir a família, fazer uma boa comida, alegrar se com seus amigos, saiba que não existe nada de errado nisto. Só não diga que você está comemorando o natal de Jesus Cristo. Amém?




segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

CHEGOU O DIA DA BÍBLIA

A BÍBLIA, UM LIVRO MUITO FALADO MAS POUCO CONHECIDO


TEXTO TEMÁTICO: 2 CR. 34. 14 – 28


14 ¶ Quando se tirava o dinheiro que se havia trazido à Casa do SENHOR, Hilquias, o sacerdote, achou o Livro da Lei do SENHOR, dada por intermédio de Moisés.

15 Então, disse Hilquias ao escrivão Safã: Achei o Livro da Lei na Casa do SENHOR.

16 Hilquias entregou o livro a Safã. Então, Safã levou o livro ao rei e lhe deu relatório, dizendo: Tudo quanto se encomendou a teus servos, eles o fazem.

17 Contaram o dinheiro que se achou na Casa do SENHOR e o entregaram nas mãos dos que dirigem a obra e dos que a executam.

18 Relatou mais o escrivão ao rei, dizendo: O sacerdote Hilquias me entregou um livro. Safã leu nele diante do rei.

19 Tendo o rei ouvido as palavras da lei, rasgou as suas vestes.


Introdução: É muito significativo que em tempos modernos tenhamos tantas cópias da Lei (Bíblias) em nossos lares. Também é significativo o fato de que pouquíssimos cristãos leiam esta lei regular, sistemática e reflexivamente. A Bíblia se tornou mais um livro na nossa estante, e eventualmente, “está perdida” no arcabouço da nossa militância religiosa.

Neste breve esboço, consideraremos a experiência de Israel nos dias de Josias, como uma parábola para os tempos pós – modernos.




1- O livro da Lei estava “perdido” na casa de Deus – 2 Cr. 34. 14

  • Os sacerdotes sequer sabiam onde estava o livro da Lei;

  • Os sacerdotes não liam, não meditavam, não ensinavam a Lei de Deus;

  • O livro estava na igreja, mas não estava nem na mente, nem no coração do povo;

  • O povo não conhecia o Deus da Bíblia – 2 Cr. 34. 21 – Também não conheciam a Bíblia de Deus -

  • O livro era falado mas não era usado no dia a dia do povo. Igualmente nos nossos dias, ouvimos sobre a Bíblia, mas não usamos ela como regra de fé e praxis.



2- O Contéudo do Livro era desconhecido pela maioria dos fiéis – 2 Cr. 34. 25.

  • O desconhecimento era tão grande que o primeiro mandamento do Livro estava sendo quebrado – 2 Cr. 34. 25;

  • A idolatria sempre aparece quando falta a palavra de Deus – Ap. 2. 20 – 23;

  • Quando há ignorância do contéudo do livro aparece os deuses estranhos, os personalismos e o culto ao indivíduo;

  • Os dominadores do povo de Deus sempre surgirão na ausência da palavra – 3 Jo. v. 10.



3- O Livro não era interpretado, nem ensinado –

  • O livro era, oralmente, citado nas reuniões religiosas, mas não se lhe lia, nem interpretava o seu contéudo. Ora se não era lido, não era entendido, não sendo entendido, como poderia haver interpretação?

  • A Bíblia não é um livro apenas para ser lido tecnicamente. Ele precisa de tempo para meditação, reflexão e interpretação – At. 8. 27 – 31;

  • O livro para a geração desta época, e quem sabe a nossa, se tornou apenas um símbolo da religião – 2 Cr. 34. 14;

  • Não havia mestres, nem ensinadores da palavra – 2 Rs. 23. 2

  • Os sacerdotes de Deus, sequer conheciam a vontade de Deus para o povo - 2 Cr. 34. 22 -



Conclusão: Uma igreja que não lê e nem interpreta a Bíblia é uma igreja imatura e sujeita às tentações e heresias. As igrejas mais maduras da Bíblia são as que liam e estudavam as escrituras. As igrejas de Éfeso (Atos 18 e 19) e de Filadélfia – (Ap. 3. 7 – 11) são um exemplo claro desta boa prática.


Feliz dia da Bíblia (12/12/2010) - Pr. José Roberto Limas da Silva